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domingo, 22 de abril de 2012

Corpo Docente da E.B.D. Matriz

Igreja Evangélica Assembleia de Deus – Cortês / PE
Pastor Presidente: Ailton José Alves
Gestor local: Ev. Severino Amaro
Superintendência: Pb. Samuel Bernardo
Dirigente da E.B.D. Matriz : Aux. Osvaldo Feijó
Vice-Dirigente da E.B.D. Matriz : Aux. Francisco de Assis
Coordenação Pedagógica da Escola Dominical - Jaelson, Gecilene e Enezita

Corpo Docente da E.B.D. Matriz

Relação dos Cooperadores
Data de Aniversário
-2012-



Dirigente: Aux. Osvaldo Feijó--------------01.07
Dirig. Adjunto: Aux. Francisco--------------02.08
Secretária: Gecilene---------------------------07.04
Vice-Secretário: Enezita----------------------23.10

1ª Classe: Jovens e Adultos
Professor (ª): Ivo------------------------------05.12
Adjunto (ª): João Laurentino----------------19.08
Secretário (ª):.........................................
                                                                                                 
2ª Classe: Jovens e Adultos
Professor (ª): Claudemir---------------------30.08 
Adjunto (ª): Gildásio-------------------------07.09
Secretário (ª): Luiz Natanael----------------15.03

3ª Classe: Jovens e Adultos
Professor (ª): Eunice Marques--------------21.10 
Adjunto (ª): Elizabete------------------------03.04
Secretário (ª): Lucineide---------------------29.12

4ª Classe: Jovens e Adultos
Professor (ª): .............................................
Adjunto (ª): Riserli---------------------------09.11
Secretário (ª): Assunção---------------------23.07

5ª Classe: Jovens e Adultos
Professor (ª): Elba Feijó---------------------25.01
Adjunto (ª): Valdervan----------------------29.12
Secretário (ª): Vera---------------------------12.07

6ª Classe: Jovens e Adultos
Professor (ª): Erivanda-----------------------19.11
Adjunto (ª): Anelita--------------------------06.09
Secretário (ª): Meure-------------------------02.07

7ª Classe: Juvenis
Professor (ª): Thalyta Lima-------------------11.11
Adjunto (ª): .................................................
Secretário (ª): Luana-------------------------29.04


8ª Classe: Juniores
Professor (ª): ................................................
Adjunto (ª): Kátia---------------------------18.12
Secretário (ª): Lucicleide-------------------13.05

9ª Classe: Primários
Professor (ª): Josivânia---------------------18.06
Adjunto (ª): Inalda---------------------------15.06
Secretário (ª): Patricia e Edna-------------- 24.04 / 04.06

10ª Classe: (Sala dos jovens)
Funcionava a Sala dos Jovens Ala Masculina 
*Agora Classe dos Cooperadores *                                                                                   

11ª Classe: Jovens e Adultos
Professor (ª): Eroneide---------------------07.08                                                                                     
Adjunto (ª): Ivonete------------------------18.12
Adjunto (ª): Jades---------------------------22.05
Secretário (ª): Maguiane-------------------23.09

12ª Classe: Adolescentes
Professor (ª): Thalyta Renally--------------12.03
Adjunto (ª): Marcilene---------------------13.04                                                                                                
Secretário (ª): Sara--------------------------30.09

 13ª Classe: Maternal e Jardim de Infância
Professor (ª): Darque------------------------24.04
Adjunto (ª): Gecineide----------------------28.08
Secretário (ª): Geda--------------------------15.05


Professores de Apoio:
Thalita Renally-------------------------------12.03
Patrícia-----------------------------------------24.04
Jaelson José-----------------------------------28.08
Edvânio Sérgio--------------------------------16.01     
Verônica---------------------------------------12.07

Introdutores:
Heleno-----------------------------------------04.05                                                                                                 
Israel-------------------------------------------30.01


Aux. Osvaldo Feijó 
Dirigente

Aux. Francisco de Assis
Vice-Dirigente

Nossos e-mails:    ebd.matriz@hotmail.com
                               ebdmatrizplanejamento@hotmail.com
                               jaelsonjoseph@hotmail.com

 


  

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

JOVENS E ADULTOS - LIÇÃO 11


Igreja Evangélica Assembleia de Deus – Cortês / PE
Pastor Presidente: Ailton José Alves
Gestor local: Ev. Severino Amaro
Superintendência: Pb. Samuel Bernardo
Dirigente da E.B.D. Matriz : Dc. Sonildo Albérico
Coordenadoria Pedagógica da Escola Dominical - Cleide e Jaelson


Lição 11 - Por que o Reino de Deus está entre vós

“Cultura”, derivado do latim cultura, refere-se aos costumes...


Texto Bíblico: Gênesis 1.26-30

INTRODUÇÃO

I. A cultura antes e após queda
II. Exemplos bíblicos de relacionamento cultural
III. Evangelho, Igreja e Cultura



DEFININDO CULTURA E O PAPEL DA IGREJA

“Cultura”, derivado do latim cultura, refere-se aos costumes e produtos sociais inventados pelos seres humanos e refletindo suas crenças e valores. Segundo é interpretada nos dias de hoje, a cultura é caracterizada pelas artes, hábitos e comportamentos de um grupo social. Assim as meninas vitorianas da década de 1890 eram tão constrangidas por sua cultura quanto eram as meninas materiais da década de 1980. Ambas seguiam a moda e a novidade que compunham a cultura popular, quer seja a “baixa” cultura das massas ou a “alta” cultura da elite.

No século XIX, Matthew Arnold, poeta e crítico inglês, descreveu a cultura como o ato normativo de “nos familiarizarmos com o melhor do que era conhecido e dito no mundo”. As pessoas tendem a ver a cultura como a “cultivação” do melhor e mais esplêndido, dos ideais mais sublimes em termos de gosto e refinamento, das coisas boas com as que se esperava estar associado: livros bons, companhia boa, roupas boas, música boa, teatro bom e coisas assim. A bondade incluía as dimensões morais e estéticas: Podia-se ser instruído nas coisas boas e simultaneamente achar prazer.

Sob o ideal da alta cultura está a cultura que a massa das pessoas quer de fato. A cultura popular contemporânea raramente se preocupa com o que é “bom”. Tornou-se mais associado com o que é mantido em comum numa dada sociedade ou com o que venderá. A cultura que é consumida em larga escala torna-se “cultura popular”. O álbum Thriller, de Michael Jackson, os filmes Titanic, de James Cameron e O Parque dos Dinossauros, de Stephen Spielberg, qualificam-se – não necessariamente porque sejam intrinsecamente bons, mas porque são de grande popularidade. Estas artes da mídia atraem às massas e não requerem alto grau de sofisticação intelectual ou refinamento cultural.

A cultura popular que tratamos aqui é o entretenimento visual: cinema, televisão, vídeo e as novas formas de tecnocultura, como vídeo games interativos. De muitas formas, esta mídia baseada em imagem mostra uma influência às vezes evidente, às vezes sutil, mas sempre poderosa no desenvolvimento de nossa cultura. Neste sentido, Neil Postaman vê a questão de se a mídia visual molda ou reflete a cultura como antiquada. Na sua visão, a televisão e o cinema tornaram-se nossa cultura.

Se a avaliação de Postman está ligeiramente exagerada, sua avaliação da influência da mídia visual na cultura contemporânea indubitavelmente levanta questões básicas para o povo da fé. Por exemplo, será que verdadeiramente entendemos até que ponto nossa vida e cosmovisão são influenciadas pela mídia visual – particularmente pela mídia de entretenimento baseada em imagens? [...]
[...] A possibilidade de que a mídia substitua o papel historicamente vital desempenhado pela igreja na formação dos valores de uma comunidade é desconcertante, mas compreensível. Para muitos, o cinema se tornou uma igreja virtual.

Mesmo dentro de nossa casa, verificamos que as devoções familiares são suplantadas pelos deuses domésticos eletrônicos. A televisão pode funcionar como santuário privado ao deus das imagens – um deus do lar grego ou olímpico da ESPN, um Buda pessoal da Televisão Pública ou um deus dionísio da TV a cabo. Cada um oferece sua própria visão da vida boa. E frequentemente jazemos prostrados diante de nosso deus, ficando até preguiçosos e indolentes.

A transformação de uma cultura oral centrada na palavra para uma cultura eletrônica centrada na imagem apresenta desafio especial para estudiosos e estudantes cristãos, sobretudo levando-se em conta o poder hoje reconhecido das imagens. Os valores promovidos na cultura popular da televisão e do cinema raramente são os da fé cristã. O egoísmo, o hedonismo, a cobiça, a vingança, a luxúria, o orgulho e uma legião de outros vícios são muito bem-sucedidos em competir com o fruto do Espírito de amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fé, mansidão e temperança (Gálatas 5.22,23). A tarefa dos cristãos é descobrir se algum destes valores bíblicos existe em expressões particulares da cultura popular, para expor o falso e celebrar o bom e o verdadeiro. Neste sentido, a recomendação de Paulo aos cristãos filipenses permanece verdadeira: “Quanto ao mais, irmãos, tudo o que é verdadeiro, tudo o que é honesto, tudo o que é justo, tudo o que é puro, tudo o que é amável, tudo o que é de boa fama, se há alguma virtude, e se há algum louvor, nisso pensai” (Filipenses 4.8). Nossa contribuição à cultura popular, seja como espectador (o consumidor) ou como artista (o produtor), deve seguir a exortação de Paulo para abranger a integridade, a virtude e a beleza em nossos pensamentos e ações, independente da ênfase comum demais que a cultura popular dá aos valores opostos.
Dissemos que a cultura popular contemporânea raramente se preocupa com o que é bom. Portanto, os cristãos devem ser extremamente seletivos nas atividades da cultura popular nas quais escolhem participar. Ainda que a escolha entre o que é popular e o que é biblicamente apropriado não seja fácil, é necessária a fim de mantermos um relacionamento saudável com o Senhor.

Texto extraído da obra “Panorama do Pensamento Cristão”, editada pela CPAD.

JOVENS E ADULTOS - LIÇÃO 10


Igreja Evangélica Assembleia de Deus – Cortês / PE
Pastor Presidente: Ailton José Alves
Gestor local: Ev. Severino Amaro
Superintendência: Pb. Samuel Bernardo
Dirigente da E.B.D. Matriz : Dc. Sonildo Albérico
Coordenadoria Pedagógica da Escola Dominical - Cleide e Jaelson


Lição 10 - A atuação social da igreja

Os mensageiros do Senhor, desde longa data, pregavam...



Texto Bíblico: Isaías 58.6-8,10,11; Tiago 2.14-17

Introdução

I. Pobreza: Uma realidade sempre presente
II. Questões sociais no Antigo Testamento
III. O Novo Testamento e a ação social da igreja


“As funções sociais e políticas da profecia"

Os mensageiros do Senhor, desde longa data, pregavam chamando o povo ao arrependimento, mas aquela geração rejeitou a Palavra de Deus, as advertências eram severas, mesmo assim Israel e Judá não deram atenção a voz do Senhor. Os profetas do Antigo Testamento apresentavam Deus ao povo e desempenhavam o papel de reformador religioso ou de patriota. Eles não hesitavam em enfrentar até reis desobedientes à vontade de Deus (1Rs 18.18). Esses homens de Israel lutavam contra a idolatria e zelavam pela pureza religiosa, pela justiça social e pela fidelidade a Deus. Sua mensagem devia ser recebida na íntegra por toda a nação (2Cr 20.20).

Os profetas advertiram durante muito tempo e de várias maneiras, anunciado o dia da ira de Deus sobre toda a injustiça e a impiedade. As dez tribos do norte desapareceram no cativeiro assírio, e nunca mais retornaram à terra de seus antepassados. Judá foi para o desterro, mas Deus prometeu restaurar a nação setenta anos depois (Jr 25.11; 29.10), a profecia se cumpriu, Ciro pôs fim ao cativeiro dos judeus (2 Cr 36.20-23). Zorobabel retornou a Jerusalém com uma leva de judeus para reconstruir a sua a nação, depois Esdras e Neemias regressaram com outros exilados para a terra de Judá.

A lição serviu no tocante à idolatria, que é repulsa nacional até hoje em Israel, mas sobre o tema da justiça social, Neemias teve muito ainda o que fazer em Jerusalém. O capítulo 5 do livro que leva o seu nome narra o estado de miséria do povo e o enriquecimento dos aproveitadores. Essa obra é o manual do administrador público, deve ser lida e examinada por todos os políticos.

O tema justiça social ganhou novo fôlego com a vinda do Messias. O Senhor Jesus disse: “Portanto, tudo o que vós quereis que os homens vos façam, fazei-lho também vós, porque esta é a lei e os profetas” (Mt 7.12). Devemos tratar as pessoas da mesma maneira que gostaríamos de sermos tratados. As atividades sociais devem acompanhar a obra da evangelização como resultado da nova vida em Cristo. O brado dos profetas encontrou guarida no seio da Igreja.

Jesus ensinou também: “Amai a vossos inimigos, bendizei os que vos maldizem, fazei bem aos que vos odeiam e orai pelos que vos maltratam e vos perseguem” (Mt 5.44). Tomás de Aquino classificou os ensinos de Jesus em preceitos e conselhos. Os preceitos seriam a leis morais e os conselhos recomendações, o que Igreja católica mais tarde classificou de pecados mortais e veniais. Os anabatistas e os quakers não viam essa diferença. Martinho Lutero entendia que o Sermão do Monte estava no modelo de Cristo “Daí a César o que é de César” e nisso separa o estado e a Igreja, o que é de ordem pessoal e de ordem jurídica. O ensino: “Amai a vossos inimigos”, segundo Lutero, não se aplica ao estado a fim de evitar a anarquia.

O compromisso do cristão direciona-se em dois sentidos: vertical – adoração, atividades espirituais; horizontal – servir à sociedade, a atividades filantrópicas e sociais [...]” (SOARES, Ezequias. O Ministério Profético na Bíblia: A voz de Deus na Terra. 1.ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2010, pp.64-6).